Haveria uma força maligna influenciando suas relações?

Seja bem vindo e seja bem vinda ao vlog Eu Posso, Sim!

Hoje é um grandioso dia!

Finalizaremos a Série de quatro posts denominada “Comunicação Estratégica” (videoaula 1, videoaula 2 e videoaula 3). Esta é a quarta e última postagem da série. Significa que vai fazer um mês você tem me dado o prazer de sua companhia, mesmo que você ainda não tenha se inscrito no vlog, deixado comentários ou mesmo baixado o e-book “Como Transformar Sonhos em Ouro: 6 passos para a transmutação do desejo”. Agradeço profundamente a sua presença aqui.

Bem, esta videoaula é dedicada a você que nos acompanhou neste mês de agosto. O mês do bom gosto!

Vamos a ela!

Na primeira videoaula da série Comunicação Estratégica iniciamos a construção do que chamo de Sistema Comunicacional. Este sistema não poderá ser encontrado em outros locais do modo que apresento aqui. Mesmo que você o busque em publicações de artigos em português ou em outras línguas ou na internet de forma geral. Isto, pelo fato de ele ter sido fruto de minhas aulas com as turmas que ministro no Senac de Palmas, Tocantins. É um conhecimento exclusivo que estou compartilhando com você.

E lembre-se sempre:

Se não há comunicação, não há relações; se não há relações, de onde virá o sucesso?

Você se recorda que temos um emissor, um meio ou canal e um receptor, certo? Além destes, no segundo post da série, vimos que há outro elemento, a percepção (uma espécie de filtro que o receptor carrega). Por isso, alguns autores chamam o receptor de “perceptor”, pois incluem a percepção como parte inseparável do mesmo.

Vou revelar um segredo que costuma emperrar ou destruir relacionamentos. Além disto, vamos fechar nossa cadeia de raciocínio desta série.

Observe este esquema aqui:

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

 

Para você, este esquema corresponde ao que ocorre na realidade? Em outras palavras: este modelo que apresento agora consegue dar conta do que acontece na vida real no que se refere à comunicação entre duas pessoas, por exemplo?

Observe esta história que irei contar. É real e aconteceu com uma ex-aluna minha. Mudei o nome e alguns elementos, mas mantive a ideia central.

A Lúcia trabalhava numa padaria da cidade. Tinha sido contratada há 4 meses e já tinha adquirido a confiança da proprietária do negócio. Tanto é que passou de empacotadora para cuidar do caixa no terceiro mês. Ocorreu que a irmã da proprietária ficou muito doente e ela teve que viajar para outro estado com certa urgência. A proprietária viajou, mas deixou a responsabilidade de administrar as coisas temporariamente com a Lúcia.

No segundo dia fora, a proprietária ligou para a padaria e quem atendeu foi outra funcionária, a Raquel. A proprietária desejava falar com a Lúcia, mas não pode naquele momento e pediu que a Raquel passasse o recado. A Raquel disse à Lúcia o seguinte:

“Lúcia, a Dona Maria pediu para você ir ao depósito e pegar o dinheiro que tem guardado numa caixa lá.”

Foi o que a Lúcia fez. Buscou, vasculhou, tirou as coisas do lugar, mas nada de encontrar a caixa. Resolveu, depois de quase duas horas de busca, ligar para a Dona Maria, a proprietária. Explicou que não encontrou a caixa e, do outro lado da linha, a Dona Maria começou a rir. A Lúcia sem entender perguntou o que houve. E a Dona Maria disse:

“Lúcia, eu não pedi para você pegar dinheiro numa caixa que estava no depósito. Pedi para você pegar o dinheiro do caixa e fazer um depósito para mim.” Ambas riram da situação e a Lúcia teve condições de resolver a questão.

Que bom que a situação foi resolvida de forma positiva. Infelizmente, com muita frequência é aqui que habita o mestre da discórdia… Não, não é uma força maligna, acredite. É apenas o que chamamos de Ruído Comunicacional. Mas apesar de ser um “apenas”, um ruído comunicacional ou ruído de comunicação já causou grandes desastres relacionais. Ele é ocasionado por interferências sobre o meio ou canal e/ou por distorções de informação causadas pela percepção do Receptor, no caso, a Raquel.

Ruídos comunicacionais que acontecem na percepção do receptor já ocasionaram muitas brigas, ocasiona e continuará ocasionando. Por isto, devemos estar atentos ao tipo de resposta que o Receptor apresenta. É através destas respostas que podemos saber se estamos no caminho correto ao expor uma ideia, se estamos ofendendo ou se estamos agradando.

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

Estas respostas vêm em vários formatos, além da fala, que é a resposta que mais comumente prestamos atenção. Posso citar para você que observar as expressões faciais de nosso receptor, as expressões corporais – incluindo gestos, cruzamento de braços, inclinação do corpo, etc. – e a tonalidade da voz, nos dará uma maior qualidade de relacionamentos.

E já que falamos de expressão corporal e tonalidade de voz do Receptor, vou fechar o nosso Sistema Comunicacional com o elemento capaz de modular toda a comunicação: o ambiente. É o ambiente em que o Emissor e Receptor estão inseridos que irá dar tons diferentes à comunicação que está sendo feita. Você muda seu estilo comunicacional se está em uma festa, em casa, ou está na sala de aula, na igreja, etc..

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

 

Assim, fechamos nosso modelo de comunicação decodificando os elementos participantes e passamos, deste modo, a ter maior consciência do que influi em nossa comunicação e, portanto, em nossos relacionamentos.

Bem, falamos de mudança de estilo comunicacional a depender do ambiente, por isto, na semana que vem vou falar dos papéis que interpretamos na sociedade e se essa quantidade de papéis tem importância para o sucesso.

Para te dar um gostinho do que iremos tratar, vou deixar uma pergunta:

Em sua opinião, no que se refere ao sucesso em qualquer atividade (isto inclui fritar um ovo ou montar uma empresa multinacional), quem mais se aproxima do êxito: a pessoa que consegue manter o mesmo papel (padrão de comportamento) em casa, no trabalho, na rua, etc. ou a pessoa que interpreta variados papéis nos diferentes ambientes?

Deixe sua opinião aqui nos comentários, ela será de grande contribuição.

Até semana que vem!

João Lins.

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