A Galinha que era Águia… ou a Águia que era Galinha. De qual parentela é você?

Águia ou Galinha - que bicho você é?

Águia ou Galinha – que bicho você é?

Certa feita, um homem encontrou um ovo de águia e o colocou debaixo da galinha que chocava seus ovos no quintal.

Nasceu uma aguiazinha com os pintos e com eles crescia normalmente.

Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles.

Ciscava, ia ao chão buscando insetos e pipilava como fazem os pintos, e como eles, também batia as asas conseguindo voar um metro ou dois porque, afinal de contas, é só isso que um frango pode voar, não é verdade?

Passam anos e a águia ficou velha…

Certo dia, ela viu, riscando o espaço, num céu azul, uma ave majestosa, planando, no infinito, graciosa, levada, docemente, pelo vento sem nem sequer bater a asa dourada.

A águia do chão olhou-a com respeito e logo, perguntou ao seu amigo:

“Que tipo de ave é aquela que lá vai”?

“É uma águia! É rainha”, diz-lhe o amigo, mas é bom não olhar muito para ela pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma simples galinha.

Texto de Anthony de Mello

Saudações!

Recentemente, em uma discussão no Facebook sobre o tema da desistência, ao falar sobre o fracasso como base para a experiência que leva ao sucesso, uma das pessoas participantes da discussão classificou minha ideia exposta como filosofia de quinta categoria.

Confesso que ao ler aquela pequena agressão fiquei chateado e pensativo sobre a afirmação desta pessoa. Porém, quanto mais penso sobre um assunto, mais aprofundo nele; e me perguntei sobre quais condições de vida tem uma pessoa que considera o aprendizado com as próprias experiências como “filosofia de quinta categoria”. Isto não pude responder, pois não conheço o contato do Facebook pessoalmente. Imagino, porém, que se não considero meus aprendizados, há uma forte tendência de eu continuar sem evoluir.

É para pessoas que estão transitando por estado semelhante – sim, estado, pois é perfeitamente superável – que escrevo este post.

A pequena história que introduz este post serve-me de reflexão e acredito que para você também.

Imagine-se águia vivendo como galinha.

Um ser de grandiosas potencialidades sendo, desde pequenino, domesticado, bloqueado, limitado.

Os seres “educadores” de tua infância ajudaram enormemente a criar uma consciência de galinha. E os que te rodeiam fazem esforço para te garantir aquela certa “educação”:

– Esqueça isto, você é só uma galinha.

Vamos fazer um cálculo simples aqui. A média de idade das pessoas que acessam o Eu Posso, Sim! é de 28 anos, o que corresponde a 10.220 dias ou 245.280 horas vividas, aproximadamente. Digamos que destas 245.280 horas, 5% apenas (para pessoas que convivem em um meio positivo, para as outras, como meios de baixíssima instrução, eu sugeriria até 30% deste tempo) foram aquelas horas em que foi reforçada a consciência galinácea. Isto quer dizer que 12.264 horas, até o momento, foi o que essa pessoa recebeu de “lavagem cerebral” (para as pessoas de baixíssima instrução, isto seria algo em torno de 73.584 horas de tortura) . Uma graduação de 4 anos, tem, em média, 3000 horas de aulas.

Isto explica o porquê uma graduação, na grande maioria das vezes, não é capaz de mudar a vida de uma pessoa, não é?

O que fazer, diante de uma quantidade exorbitante de reforçamentos negativos, de deseducações, de ausência de aprendizados estratégicos?

Aqui vai uma Dica de Sucesso:

Cerque-se, por todos os lados possíveis, de ideias positivas, de ideias que acrescentam o tempero da estratégia em tua vida. Por exemplo, compre livros que te ensinam como emagrecer de forma saudável se você tem buscado emagrecimento associado a saúde corporal, ou você pode acessar conhecimentos especializados sobre Investimentos (minha indicação pessoal para este item é o Curso de Alocação de Ativos se a ideia é enriquecer – indico este curso pelo motivo de ser formatado pela HC Investimentos).


Mas só livros?

Lógico que não. Cerque-se de pessoas que te incentivam a crescer, de filmes que te inspiram motivação, de ideias que te impulsionam a conquistar mais todos os dias, de músicas que te engrandecem como vencedor, de palavras positivas. Em poucos termos,

crie uma “lavagem cerebral” positiva!

Não será uma batalha fácil, mas garanto-lhe que assim, dia após dia, você se aproxima da vitória da guerra.

Lembre-se: águias não ciscam em busca de vermes.

Até mais e se cuida!

João Lins.

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