A Galinha que era Águia… ou a Águia que era Galinha. De qual parentela é você?

Águia ou Galinha - que bicho você é?

Águia ou Galinha – que bicho você é?

Certa feita, um homem encontrou um ovo de águia e o colocou debaixo da galinha que chocava seus ovos no quintal.

Nasceu uma aguiazinha com os pintos e com eles crescia normalmente.

Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles.

Ciscava, ia ao chão buscando insetos e pipilava como fazem os pintos, e como eles, também batia as asas conseguindo voar um metro ou dois porque, afinal de contas, é só isso que um frango pode voar, não é verdade?

Passam anos e a águia ficou velha…

Certo dia, ela viu, riscando o espaço, num céu azul, uma ave majestosa, planando, no infinito, graciosa, levada, docemente, pelo vento sem nem sequer bater a asa dourada.

A águia do chão olhou-a com respeito e logo, perguntou ao seu amigo:

“Que tipo de ave é aquela que lá vai”?

“É uma águia! É rainha”, diz-lhe o amigo, mas é bom não olhar muito para ela pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma simples galinha.

Texto de Anthony de Mello

Saudações!

Recentemente, em uma discussão no Facebook sobre o tema da desistência, ao falar sobre o fracasso como base para a experiência que leva ao sucesso, uma das pessoas participantes da discussão classificou minha ideia exposta como filosofia de quinta categoria.

Confesso que ao ler aquela pequena agressão fiquei chateado e pensativo sobre a afirmação desta pessoa. Porém, quanto mais penso sobre um assunto, mais aprofundo nele; e me perguntei sobre quais condições de vida tem uma pessoa que considera o aprendizado com as próprias experiências como “filosofia de quinta categoria”. Isto não pude responder, pois não conheço o contato do Facebook pessoalmente. Imagino, porém, que se não considero meus aprendizados, há uma forte tendência de eu continuar sem evoluir.

É para pessoas que estão transitando por estado semelhante – sim, estado, pois é perfeitamente superável – que escrevo este post.

A pequena história que introduz este post serve-me de reflexão e acredito que para você também.

Imagine-se águia vivendo como galinha.

Um ser de grandiosas potencialidades sendo, desde pequenino, domesticado, bloqueado, limitado.

Os seres “educadores” de tua infância ajudaram enormemente a criar uma consciência de galinha. E os que te rodeiam fazem esforço para te garantir aquela certa “educação”:

– Esqueça isto, você é só uma galinha.

Vamos fazer um cálculo simples aqui. A média de idade das pessoas que acessam o Eu Posso, Sim! é de 28 anos, o que corresponde a 10.220 dias ou 245.280 horas vividas, aproximadamente. Digamos que destas 245.280 horas, 5% apenas (para pessoas que convivem em um meio positivo, para as outras, como meios de baixíssima instrução, eu sugeriria até 30% deste tempo) foram aquelas horas em que foi reforçada a consciência galinácea. Isto quer dizer que 12.264 horas, até o momento, foi o que essa pessoa recebeu de “lavagem cerebral” (para as pessoas de baixíssima instrução, isto seria algo em torno de 73.584 horas de tortura) . Uma graduação de 4 anos, tem, em média, 3000 horas de aulas.

Isto explica o porquê uma graduação, na grande maioria das vezes, não é capaz de mudar a vida de uma pessoa, não é?

O que fazer, diante de uma quantidade exorbitante de reforçamentos negativos, de deseducações, de ausência de aprendizados estratégicos?

Aqui vai uma Dica de Sucesso:

Cerque-se, por todos os lados possíveis, de ideias positivas, de ideias que acrescentam o tempero da estratégia em tua vida. Por exemplo, compre livros que te ensinam como emagrecer de forma saudável se você tem buscado emagrecimento associado a saúde corporal, ou você pode acessar conhecimentos especializados sobre Investimentos (minha indicação pessoal para este item é o Curso de Alocação de Ativos se a ideia é enriquecer – indico este curso pelo motivo de ser formatado pela HC Investimentos).


Mas só livros?

Lógico que não. Cerque-se de pessoas que te incentivam a crescer, de filmes que te inspiram motivação, de ideias que te impulsionam a conquistar mais todos os dias, de músicas que te engrandecem como vencedor, de palavras positivas. Em poucos termos,

crie uma “lavagem cerebral” positiva!

Não será uma batalha fácil, mas garanto-lhe que assim, dia após dia, você se aproxima da vitória da guerra.

Lembre-se: águias não ciscam em busca de vermes.

Até mais e se cuida!

João Lins.

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Dissecando os 5 Comportamentos do Sucesso: Vontade e Disciplina

Seja bem vindo e seja bem vinda ao vlog Eu Posso, Sim!

 

Vontade, disciplina, esforço, foco e persistência se relacionam criando um forte intrincado que cria uma rede protetora e fortalecedora de sua vida. Quando administradas ao seu favor, produz efeitos incomparáveis.

A vontade é a energia propulsora, é o combustível. O esforço é a utilização desta energia transformando-a em movimento. A disciplina te ajudará a se movimentar de forma padronizada no tempo. O foco te ajudará a usar essa movimentação padronizada no espaço, no mundo material, palpável, num local exato. E a persistência é como uma membrana, uma capa protetora de todo esse sistema, ela coordena para que a palavra desistência seja apagada do dicionário mental que possuímos. Os 5 Comportamentos do Sucesso te conduzirão à conquista quando usados de forma conjunta.

Por este motivo que irei dissecar cada um deles aqui no vlog Eu Posso, Sim!

 

Vontade

Como eu disse no post passado, somos seres de vontade, pois somos seres que possuem egos. Nossa vontade é governada pelo ego que possuímos. Se você tem vontade de trabalhar em algum local ou função específica, é por que isto agrada ao ego; se você “tem preguiça” de executar alguma função ou trabalho, é por que isto é desprazeroso ao ego; se você tem vontade de comer uma comida agora e quando você vai pegar alguém derruba o alimento no chão, isto irá ser frustrante e desagradará ao ego, logo você se irritará.

O ego tem a força de mover você a executar algo. A motivação que você possui passa pelo ego, deve ser harmônica com o ego, deve agradar ao ego. Mas nem sempre o que necessitamos fazer é o que temos motivação para fazer. Em outras palavras, nem sempre o que te levará ao sucesso é o que você possui disposição para fazer, entende? Há um bicho de unhas grandes que gruda nas costas de muita gente e se chama preguiça!

A Vontade é um dos cinco comportamentos do sucesso exatamente pelo fato de que sem vontade você não sairá do lugar, ficará sentado e engordando na frente da televisão alimentando sua frustração consigo mesmo e isto te levará a ter um tédio terrível e, logicamente, uma preguiça insuportável.

A Vontade, portanto, deve ser governada por você. Você deve ativá-la fortemente para que ela supere qualquer milímetro de desânimo ou falta de energia para executar a tarefa necessária. A dica é buscar em tudo que for necessário ser feito, elementos que se ajustam ao ego. Por exemplo, se você está estudando para concurso público, há momentos que a motivação estará em falta. Lembre-se das vantagens financeiras e sociais de estar ocupando um cargo público, visualize-se já de posse do cargo, use o poder da imaginação para isto. Aproveita e baixe o e-book “Como Transformar Sonhos em Ouro: 6 passos para a transmutação do sucesso”, onde ensino como usar a imaginação para obter sucesso pessoal.

 

Disciplina

Vou reafirmar, pois é importante: nós, humanos, amamos fazer nada, dormir, comer, sentir prazer sem esforço, etc. E como amantes da preguiça, destacam-se os humanos que conseguem viver fora deste padrão. Quer dizer, todos nós amamos a vida preguiçosa de “sombra e água fresca”, mas esta vida é improdutiva, não gera riqueza em nenhum nível, seja financeiramente, socialmente ou em termos de saúde.

Somente quem quebra o padrão “preguiçoso de ser” é que avança rumo ao sucesso.

O que é um hábito?

É a repetição de um comportamento pelo simples fato de ele ser confortável. Se você não tiver costume com um determinado comportamento significa que ele ainda não se tornou um hábito, logo ele está fora do padrão “preguiçoso”. A sua tendência natural é deixar de fazer e voltar ao padrão anterior – “preguiçoso”. Assim, a sua tendência natural é não evoluir, é ficar na mesma.

Para que você tivesse a capacidade de ler, quando criança você teve que se esforçar muito para dar conta de ler com a capacidade que você possui hoje. E hoje, quase nenhuma energia é empregada. Antes não era um hábito, mas ler se tornou um, por isso hoje ler é confortável.

Imagine que ao redor de você existe uma energia, um campo de força. Quanto mais você aprende coisas novas, hábitos novos, mais você amplia o campo de força. Para ampliar seu campo de força em relação à leitura, por exemplo, adquira o hábito de ler em outra língua. Será desconfortável no início, mas em breve se tornará um hábito. Adquirir novos hábitos é como ampliar nosso campo de força. Mas para criar novos hábitos, necessitamos da ajuda da disciplina, sem ela não teremos a liberdade, seremos sempre prisioneiros de nossa biologia preguiçosa.

Quer se tornar um exemplo em disciplina? (Não, não preciso te incentivar a servir as Forças Armadas, apesar de ser uma ótima opção.) Minha dica pessoal é que você use ferramentas do dia-a-dia para se disciplinar. Por exemplo, você gostaria de ir à academia todos os dias da semana, mas acordar cedo é complicado para você? Então, pega teu despertador, prepara ele para o horário certo. Antes de dormir, deixe-o distante o suficiente para que você não o alcance sem se levantar.

O despertador alarmou e você foi desligá-lo. Já que você teve que se levantar para desligar o despertador, aproveita e pega o tênis. Sua meta é calçá-lo e amarrar os dois cadarços. Se quiser, tome um banho frio antes. Se pensar em banho quente, deixa para lá, vá para academia sem banho mesmo. Mas antes, ponha uma nota de R$50,00 no bolso.

Malhe o tempo necessário. Assim que terminar, acerte com seu/sua personal trainer um trato. Entregue os R$50,00 para ele/ela e diga que vai pegar amanhã quando voltar para malhar. Diga mais, diga que se você não for buscar, que o/a personal trainer pode ficar com o dinheiro.

Repita esse padrão e me diga que resultado você conseguiu.

No próximo post vou dissecar mais comportamentos do sucesso.

Até lá e se cuida!

João Lins.

 

Já Pensou se Existisse uma Fórmula do Sucesso? Conheça os 5 comportamentos que levam vencedores ao sucesso

Saudações a você!

Seja bem vindo e seja bem vinda ao vlog Eu Posso, Sim!

Em primeiro lugar, vou te explicar a ausência de postagem nas duas semanas passadas, incluindo a publicação do podcast #PapoSério. Recebi uma proposta de emprego (ou melhor, de empresabilidade) que está mudando minha vida e da minha família e assim que tudo se estabilizar eu estabilizo as publicações aqui. Mas o importante é que eu garanto a publicação frequente de conteúdos qualificados aqui no vlog.

Vamos à postagem de hoje!

Você já parou para pensar que a única coisa que separa um ser humano do outro é a diferença fisiológica? Que o limite de cada um de nós tem a ver com o limite do corpo? Que a nossa biologia é a única barreira real ao nosso sucesso? E que a nossa mente é a única arma que temos para superar esta barreira real?

Imagina você que possui menos de 1,65m e sonha em jogar basquete profissional como um Michael Jordan…

Pergunto:

Qual a maior impossibilidade que você possui?

Se você respondeu “a fisiológica”, acertou!

Agora, imagine nós, humanos. Não temos nada de especial na Natureza, como garras, dentes grandes para nos proteger, ou asas para voar, etc. Esses são limites fisiológicos, biológicos. Assim, pergunto: como conseguimos chegar até este momento da História se mal temos fisiologia para nos proteger de bichos de médio e grande porte?

Se você respondeu “com a inteligência”, acertou novamente.

Parabéns!

Eis nosso grande diferencial para que tenhamos avançado como espécie. E essa é a nossa mais poderosa arma na conquista do sucesso, nossa inteligência, nossa mente.

Eu separei os 5 comportamentos que fomentam o sucesso e irei falar sobre cada um deles em detalhe. São eles a vontade, a disciplina, o esforço, o foco e a persistência. Esses cinco comportamentos se relacionam criando uma rede entre si que potencializa um ao outro. E essa potencialização gera uma energia que constrói o sucesso pessoal que você tem buscado. Note que todos estes comportamentos advêm de uma capacidade mental, a capacidade de usar a sua inteligência ao seu favor mudando hábitos e forma de pensar.

Neste post, irei falar sobre eles de forma introdutória, posteriormente irei dissecar todos eles para você.

Vamos lá!

Vontade

Somos seres de vontade, pois somos seres que possuem egos. Nossa vontade é governada pelo ego que possuímos. Se você tem vontade de trabalhar em algum local ou em uma função específica, é por que isto agrada ao ego, se alinha ao ego; se você tem “preguiça” de executar alguma função ou trabalho, é por que isto desagrada ao ego; se você tem vontade de comer uma comida agora e quando você vai pegá-la alguém derruba o alimento no chão, isto irá ser frustrante e desagradará ao ego, logo você se irritará.

Ego, ego e ego.

A vontade tem tudo a ver com Ego e iremos dar detalhes maiores no próximo post. Prepare-se.

Disciplina

Dizia, o Renato Russo, em uma das letras do Legião Urbana, que “disciplina é liberdade”. Aliás, esta é uma das letras que mais curto em Legião Urbana.

Quem possui disciplina se aproxima e conquista o sucesso. Mas por qual motivo?

O motivo é que nós, humanos, somos amantes da preguiça. Quase me sinto forçado a afirmar que a preguiça é instintiva. Mas como todo comportamento humano pode ser mudado, também podemos afirmar a possibilidade real de obter sucesso através da disciplina.

Assine o vlog Eu Posso, Sim! e acompanhe o desenvolvimento deste tema no próximo post.

Esforço

Até o momento você entendeu a função da vontade e da disciplina na conquista do sucesso. Mas imagina vontade e disciplina se não nos empenhamos para fazer acontecer? Sem esforço, nem a vontade, nem a disciplina acontecerá de forma a causar algum efeito de sucesso.

Mas o que é, realmente, o esforço?

Assine o vlog Eu Posso, Sim! para acompanhar o desenvolvimento de mais este comportamento do sucesso.

Foco

Quando viajamos sem destino estamos gastando dinheiro, energia e tempo. Como diz o coelho da Alice, “se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve.”. Este comportamento é um princípio que encontramos na Natureza. A água, simples (duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio) e levemente, com foco, gota a gota perfura rochas de alta dureza.

Vamos aprofundar mais sobre este aspecto mais à frente.

Acompanhe-nos.

Persistência

Persistência é o uso estratégico da inteligência que você possui. A palavra “persistir” vem com um prefixo – per – que gerou a palavra “por” na língua portuguesa, e tem o sentido de “através”. Persistência é sua capacidade de atravessar um muro, uma barreira. Imagine um muro à sua frente. Para atravessá-lo o que você imagina?

Se você imaginou derrubá-lo de forma mágica como numa explosão, então falta-lhe persistência.

Assine o vlog Eu Posso, Sim! para saber mais sobre este comportamento.

Até o próximo post!

João Lins.

Quer Ganhar o Poder Mágico do Sucesso?

Olá, tudo certinho com você?

Em primeiro lugar, quero agradecer a sua presença aqui no vlog Eu Posso, Sim!

Será nesta semana que você terá acesso à série de podcasts denominados #PapoSério, uma série de conversas que terei com o profissional de Programação Neurolinguística, Consultor e Coach, Miguel Mar.

Acompanhe-nos aqui no vlog, vêm coisas muito bacanas aí para você!

E hoje, nesta postagem, irei compartilhar com você a técnica de negociação interna – se quiser, pode consultar o post complementar A Força do Diálogo Interno – que me ajuda constantemente na área de gestão emocional¹.

Primeiramente, precisamos definir alguns pontos. Vamos a eles!

Na semana passada, falei sobre o conceito de partes que a Psicologia, de forma geral, apresenta em suas abordagens. Aqui, iremos considerar que nós, humanos, temos duas partes, uma que é incentivadora e outra que pode nos sabotar.

A parte incentivadora e motivadora é nossa aliada direta e não queremos que ela mude, certo?

Vamos tratar da outra parte, então. Ela pode nos sabotar por que tem força de decisão sobre nossa vida. Mas essa parte faz parte do que você é e como falei na semana passada, ela deseja te ajudar, tem intenção positiva. Uma das características dela é que é uma parte primitiva e busca prazer imediato. É esta parte que te diz para ficar em casa ao invés de ir estudar, que te diz que é melhor ficar assistindo TV ou te questiona perguntando para quê acordar cedo no sábado e ir fazer o que te ajudará no futuro se você pode desfrutar de um bom soninho agora…

Note que esta parte de você não consegue olhar para os benefícios futuros, somente para os imediatos. É como uma criança birrenta que bate o pé dizendo o que quer e quer agora.

Lembro de uma experiência que foi feita com crianças nos Estados Unidos:

Os pesquisadores levavam a criança para uma sala com uma mesa e duas cadeiras dizendo que iria fazer uma entrevista com elas. O entrevistador pedia licença dizendo que iria pegar o material da entrevista e deixava a criança ali sentada com um doce sobre mesa e dava a seguinte instrução:

“Se você quiser, pode pegar o doce. Mas se me esperar chegar e não tiver comido eu te dou outro.” – E saia durante alguns minutos.

Fez este procedimento com todo o grupo de crianças avaliadas. Mais tarde, após alguns anos, os mesmos pesquisadores foram saber como estava a vida daquelas crianças que, agora, estavam jovens.

Os resultados foram muito interessantes. Houve uma relação direta entre as crianças que aguardavam o pesquisador retornar com a intenção de ganhar outro doce e o sucesso profissional dos jovens. Ou seja, as crianças que sabiam aguardar para obter mais doce se tornaram jovens com maior propensão ao sucesso profissional. Enquanto que aquelas “apressadinhas” se tornaram jovens com menor propensão ao sucesso profissional.

Eu diria que todos nós somos, ainda, crianças que podem escolher esperar para obter mais ou crianças que se apressam a consumir o doce logo ali, imediatamente. Um lado de nós sabe que esperar será muito mais proveitoso e o outro lado nos incentiva a obter prazer imediato. Este último lado é a criança birrenta de que te falei há pouco, ela tem energia para bater o pé, chorar e fazer barulho, ela tem força de ação. Logo, temos que puxá-la para nosso lado, como aliada. Mas como?

É isto que você irá aprender agora.

 

A Técnica de Negociação Interna

Digamos que você queira emagrecer. Hoje você se encontra com 80 quilos e quer diminuir 15 quilos para adequar seu peso à sua altura.

Se você tem 15 quilos a mais, significa que um ou alguns EUs estão participando nas decisões que fazem você engordar ou manter esse peso inadequado.

Agora que contextualizamos, vamos à técnica:

a)    Busque um ambiente silencioso e com baixa possibilidade de interferências;

b)    De olhos fechados, pergunte aos seus EUs o seguinte: “Olá, desejo a ajuda de vocês para que nós obtenhamos benefícios. Qual de vocês ou quais, estão me incentivando a ficar neste peso X (ou: me manter engordando)?”;

c)     Aguarde de olhos fechados para perceber se algum EU – ou alguns EUs – se manifesta;

d)    Se algum EU se manifestar, pergunte a ele: “você pode me ajudar respondendo algumas perguntas?” (se forem mais de um, pergunte no plural);

e)    Perceba se a resposta é positiva. Se for, significa que aquele EU deseja cooperar. Se for negativa, significa que você terá que negociar com ele. Minha dica é que se o EU não deseja cooperar, que você ofereça algo em troca para ele, como um benefício ou um prêmio se ele ajudar;

f)      Assim que você conseguir a cooperação do EU ou dos EUs – se for mais de um, converse com cada um deles em separado –, pergunte o seguinte: “qual a sua função?” (descubra se se trata de um EU da criatividade, ou da força, ou da inteligência, ou da motivação, ou da preguiça, etc.. Para cada papel que temos e desempenhamos, há um EU governando);

g)    Pergunte: “E qual o motivo de você estar envolvido no fato de estarmos com 15 quilos a mais (aqui você cita o problema que necessita ser mudado)?”;

h)    Pergunte, agora: “Como você poderia obter este benefício que acaba de citar, através de outro caminho, diferente de ficarmos 15 quilos acima do peso? (cite o problema a ser mudado aqui)”;

i)       Finalize a conversa com o EU – ou o primeiro EU, dos envolvidos na questão – perguntando: “Eu desejo a sua ajuda para mudarmos essa situação e gostaria de saber o que posso te dar, caso você me ajude.” Aguarde a resposta dele, provavelmente ele irá desejar um prêmio em troca de te ajudar. Negocie.

Se tiver mais de um EU, direcione suas perguntas da letra “d” em diante agora para o próximo EU. Você repetirá esta técnica quantas vezes forem a quantidade de EUs envolvidos.

Lembre-se que uma negociação pode ter efeitos rápidos e efeitos lentos. Portanto, se for necessário, volte a negociar com os EUs em outros momentos até obter sucesso nos resultados.

Eu quero receber seu feedback a respeito da aplicação desta técnica. Se tiver alguma dúvida, pergunte aqui nos comentários. Aplique e me conte a sua experiência.

Se cuida e até semana que vem!

João Lins.

 


¹ Gestão Emocional – se refere à capacidade de administrar as emoções diante de situações desafiadoras, como por exemplo, controlar nossa ira diante de um superior que, em determinado momento nos provoca a vontade de ir no pescoço do mesmo; ou quando nossa emoção nos diz que devemos fechar aquele negócio imediatamente. Nestes dois exemplos, a Gestão Emocional atua como um regulador de decisões, se trata de uma ferramenta que nos ajuda a tomarmos melhores decisões, mesmo em situações extremas.

O Momento que Você deve se Ajoelhar

“Se as pessoas ao seu redor não o ouvirem, ajoelhe-se aos seus pés e peça-lhes perdão, pois na verdade é você o culpado.” Fiodor Dostoiévski

Saudações!

É bom ter você aqui conosco. A primeira coisa que vou fazer é sugerir que você se inscreva aqui no vlog. Estou preparando conteúdos exclusivos para os assinantes do vlog Eu Posso, Sim! Tenho feito estudos a partir de descobertas americanas e vou transformar estes estudos em um curso EXCLUSIVO para você que deseja ardentemente obter sucesso.

Na semana passada, fechamos nosso conteúdo sobre Comunicação Estratégica. Se você ainda não viu/ouviu/leu, sinta-se totalmente à vontade para acompanhar a videoaula 1, videoaula 2videoaula 3videoaula 4 da série.

Bem, há algumas semanas, falei sobre a escolha estratégica das ações quando tratei da Zona de (Des)Conforto. Para aprofundar estas ideias, vamos pensar em nosso dia-a-dia, pois é nele que construímos nosso sucesso.

Em minhas aulas presenciais, é comum eu perguntar às minhas turmas o seguinte:

Se formos arrumar em grau de sucesso os seguintes profissionais (político, professor e empresário), quem ocuparia o primeiro, segundo e terceiro lugares?

A organização, após algumas discussões, fica assim:

Resultado de Enquete em Aulas Presenciais - Vlog Eu Posso, Sim!

Resultado de Enquete em Aulas Presenciais – Vlog Eu Posso, Sim!

Consideramos, nestas reflexões, a média dos profissionais.

A Teoria dos Sistemas considera que

O Elemento mais flexível do Sistema domina o Sistema.

Então, para complementar a reflexão com as turmas, após a revelação da Teoria dos Sistemas, pergunto:

Destes três profissionais, qual o mais flexível na sua opinião (em termos de comportamento)?

E, mais uma vez, as turmas são quase unânimes falando em alto e bom som:

“O político!”

Então, a Teoria dos Sistemas, criada para elementos não humanos pode ser transposta para o mundo humano perfeitamente.

E vale dizer que ser flexível em termos de comportamento é ter a capacidade de se adaptar a ambientes diferentes. Imagina se você usar o padrão de comunicação que você usa em casa quando estiver no ambiente da escola/faculdade ou se você usar o padrão de comunicação de um ambiente de festa quando estiver no ambiente de casa, por exemplo.

Isto demonstraria que falta a você a capacidade de interpretar novos papéis e que, portanto, tem baixa flexibilidade de comportamento. Quanto mais papéis sociais você consegue interpretar, mais força de conquista e sucesso você possui.

É como Dostoiévski afirmou:

“Se as pessoas ao seu redor não o ouvirem, ajoelhe-se aos seus pés e peça-lhes perdão, pois na verdade é você o culpado.”

Eu complemento esta ideia dizendo que se o ato de se ajoelhar, além de ser um reconhecimento da culpa que temos por falhar em nossa comunicação, pode também significar alcançar o objetivo da comunicação. Então, submeter-se pode ser sinônimo de sucesso. Pense nisto como estratégia.

Às vezes, um passo para trás significa impulso para saltar três passos à frente.

Agora, que você sabe o momento em que deve se ajoelhar. Vamos tratar do momento em que você deve se manter de pé, mas dançar suavemente a música do ambiente.

Se o ritmo do ambiente é um Rock, não fará sentido você se movimentar em Reggae. Ou se o ambiente for um Forró, faria sentido movimentar-se em Tecnodance?

Certamente que não. Quanto mais ritmos você tiver a capacidade de dançar, quanto mais papéis você for capaz de interpretar adequadamente ao ambiente, tanto maior será o impacto da sua comunicação.

Lembro a você:

É possível construir relacionamentos sem comunicação adequada? E é possível obter sucesso sem relacionamentos?

Para você possuir a capacidade de ampliar sua habilidade de interpretar papéis, padrões mentais deverão ser transformados.

Aprimore-se. Melhore-se. Evolua.

Para te ajudar neste ponto, compartilho com você o e-book Como Transformar Sonhos em Ouro: 6 passos para a transmutação do desejo. Neste e-book, você irá encontrar um poderoso caminho para conquista do sucesso, pois esse conhecimento foi extraído dos padrões de comportamento de pessoas de sucesso espalhadas pelo mundo e que são de diferentes épocas.

Para finalizar nossa postagem, vou te indicar que assista a um filme chamado “Obrigado por Fumar”, uma reflexão fantástica sobre um vendedor que possuía uma flexibilidade moral ultrajante. Mas apesar disto, há um profundo ensino arraigado no decorrer do filme.

Desejo muito sucesso para você!

Até semana que vem!

João Lins.

Haveria uma força maligna influenciando suas relações?

Seja bem vindo e seja bem vinda ao vlog Eu Posso, Sim!

Hoje é um grandioso dia!

Finalizaremos a Série de quatro posts denominada “Comunicação Estratégica” (videoaula 1, videoaula 2 e videoaula 3). Esta é a quarta e última postagem da série. Significa que vai fazer um mês você tem me dado o prazer de sua companhia, mesmo que você ainda não tenha se inscrito no vlog, deixado comentários ou mesmo baixado o e-book “Como Transformar Sonhos em Ouro: 6 passos para a transmutação do desejo”. Agradeço profundamente a sua presença aqui.

Bem, esta videoaula é dedicada a você que nos acompanhou neste mês de agosto. O mês do bom gosto!

Vamos a ela!

Na primeira videoaula da série Comunicação Estratégica iniciamos a construção do que chamo de Sistema Comunicacional. Este sistema não poderá ser encontrado em outros locais do modo que apresento aqui. Mesmo que você o busque em publicações de artigos em português ou em outras línguas ou na internet de forma geral. Isto, pelo fato de ele ter sido fruto de minhas aulas com as turmas que ministro no Senac de Palmas, Tocantins. É um conhecimento exclusivo que estou compartilhando com você.

E lembre-se sempre:

Se não há comunicação, não há relações; se não há relações, de onde virá o sucesso?

Você se recorda que temos um emissor, um meio ou canal e um receptor, certo? Além destes, no segundo post da série, vimos que há outro elemento, a percepção (uma espécie de filtro que o receptor carrega). Por isso, alguns autores chamam o receptor de “perceptor”, pois incluem a percepção como parte inseparável do mesmo.

Vou revelar um segredo que costuma emperrar ou destruir relacionamentos. Além disto, vamos fechar nossa cadeia de raciocínio desta série.

Observe este esquema aqui:

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

 

Para você, este esquema corresponde ao que ocorre na realidade? Em outras palavras: este modelo que apresento agora consegue dar conta do que acontece na vida real no que se refere à comunicação entre duas pessoas, por exemplo?

Observe esta história que irei contar. É real e aconteceu com uma ex-aluna minha. Mudei o nome e alguns elementos, mas mantive a ideia central.

A Lúcia trabalhava numa padaria da cidade. Tinha sido contratada há 4 meses e já tinha adquirido a confiança da proprietária do negócio. Tanto é que passou de empacotadora para cuidar do caixa no terceiro mês. Ocorreu que a irmã da proprietária ficou muito doente e ela teve que viajar para outro estado com certa urgência. A proprietária viajou, mas deixou a responsabilidade de administrar as coisas temporariamente com a Lúcia.

No segundo dia fora, a proprietária ligou para a padaria e quem atendeu foi outra funcionária, a Raquel. A proprietária desejava falar com a Lúcia, mas não pode naquele momento e pediu que a Raquel passasse o recado. A Raquel disse à Lúcia o seguinte:

“Lúcia, a Dona Maria pediu para você ir ao depósito e pegar o dinheiro que tem guardado numa caixa lá.”

Foi o que a Lúcia fez. Buscou, vasculhou, tirou as coisas do lugar, mas nada de encontrar a caixa. Resolveu, depois de quase duas horas de busca, ligar para a Dona Maria, a proprietária. Explicou que não encontrou a caixa e, do outro lado da linha, a Dona Maria começou a rir. A Lúcia sem entender perguntou o que houve. E a Dona Maria disse:

“Lúcia, eu não pedi para você pegar dinheiro numa caixa que estava no depósito. Pedi para você pegar o dinheiro do caixa e fazer um depósito para mim.” Ambas riram da situação e a Lúcia teve condições de resolver a questão.

Que bom que a situação foi resolvida de forma positiva. Infelizmente, com muita frequência é aqui que habita o mestre da discórdia… Não, não é uma força maligna, acredite. É apenas o que chamamos de Ruído Comunicacional. Mas apesar de ser um “apenas”, um ruído comunicacional ou ruído de comunicação já causou grandes desastres relacionais. Ele é ocasionado por interferências sobre o meio ou canal e/ou por distorções de informação causadas pela percepção do Receptor, no caso, a Raquel.

Ruídos comunicacionais que acontecem na percepção do receptor já ocasionaram muitas brigas, ocasiona e continuará ocasionando. Por isto, devemos estar atentos ao tipo de resposta que o Receptor apresenta. É através destas respostas que podemos saber se estamos no caminho correto ao expor uma ideia, se estamos ofendendo ou se estamos agradando.

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

Estas respostas vêm em vários formatos, além da fala, que é a resposta que mais comumente prestamos atenção. Posso citar para você que observar as expressões faciais de nosso receptor, as expressões corporais – incluindo gestos, cruzamento de braços, inclinação do corpo, etc. – e a tonalidade da voz, nos dará uma maior qualidade de relacionamentos.

E já que falamos de expressão corporal e tonalidade de voz do Receptor, vou fechar o nosso Sistema Comunicacional com o elemento capaz de modular toda a comunicação: o ambiente. É o ambiente em que o Emissor e Receptor estão inseridos que irá dar tons diferentes à comunicação que está sendo feita. Você muda seu estilo comunicacional se está em uma festa, em casa, ou está na sala de aula, na igreja, etc..

Sistema Comunicacional - Vlog Eu Posso, Sim!

Sistema Comunicacional – Vlog Eu Posso, Sim!

 

Assim, fechamos nosso modelo de comunicação decodificando os elementos participantes e passamos, deste modo, a ter maior consciência do que influi em nossa comunicação e, portanto, em nossos relacionamentos.

Bem, falamos de mudança de estilo comunicacional a depender do ambiente, por isto, na semana que vem vou falar dos papéis que interpretamos na sociedade e se essa quantidade de papéis tem importância para o sucesso.

Para te dar um gostinho do que iremos tratar, vou deixar uma pergunta:

Em sua opinião, no que se refere ao sucesso em qualquer atividade (isto inclui fritar um ovo ou montar uma empresa multinacional), quem mais se aproxima do êxito: a pessoa que consegue manter o mesmo papel (padrão de comportamento) em casa, no trabalho, na rua, etc. ou a pessoa que interpreta variados papéis nos diferentes ambientes?

Deixe sua opinião aqui nos comentários, ela será de grande contribuição.

Até semana que vem!

João Lins.

Comunicação Estratégica: as 2 chaves de ouro da percepção

Seja bem vindo e seja bem vinda ao vlog Eu Posso, Sim!

Hoje, continuaremos a série Comunicação Estratégica. Você tem acompanhado estas vídeo-aulas através do “Comunicação Estratégica: a força do diálogo interno” e “Comunicação Estratégica: o poder da percepção”.

É muito bom te ter aqui, novamente.

Como prometi na semana passada, irei te ensinar técnicas poderosas para mudança de percepção.

Há 5 anos, comecei a me interessar por Programação Neuroliguística. Você pode conhecê-la como “PNL”. E em Salvador, Bahia, há 3 anos, iniciei o curso de PNL propriamente dito, com um grande profissional que habita a capital baiana.

Neste curso, conheci algumas pessoas que são feras na PNL e em breve vou trazer uma delas, em especial, para ensinar a você muitas coisas poderosíssimas.

Hoje, vou ensinar duas das mais fortes técnicas que aprendi até hoje para que nossa percepção se fortaleça.

Lembra do conceito de percepção que falamos na semana passada?

Imagine a seguinte situação: quando você nasceu, alguém especial te deu de presente óculos verdes que, ao serem colocados em seu rosto, ficaram grudados. Não com uma super cola, mas com uma cola que é realmente difícil de ser retirada.

Então, à medida que você foi crescendo, estes óculos te acompanharam e cresceram junto.

Então, para você, tudo era verde. A vida era verde, as flores eram verdes, tudo era verde, inclusive sua imagem no espelho!

Durante sua adolescência, quando alguém te dizia que o mundo era amarelo, vermelho, rosa ou qualquer outra cor, você se irritava profundamente e pensava consigo:

“mas esse povo é cego mesmo! Bando de burros, não conseguem ver que o mundo é verde?!”.

Até que um dia, você teve uma experiência estranha. Até hoje, você não sabe se foi um sonho ou realidade, mas o fato é que você sentiu como que tivesse sido abduzido por ETs e eles fizeram uma experiência macabra com você:

Tiraram seus olhos e puseram os olhos de outra pessoa. E você, estranhamente, via o mundo de uma cor diferente: “será que isso é o vermelho que a Carla tanto fala?”. E eles iam e te tiravam os olhos novamente, trocando pelo de outras pessoas.

Então, um novo universo de cores surgiu para você.

Sonho ou não, você passou a perceber que se pudesse usar os olhos de alguém, enxergaria o mundo com as cores que esse alguém enxerga e as coisas seriam vistas de forma diferente.

Imaginou?

Técnica I

Agora, vou te explicar a técnica número um que separei para você. Chamo-a de Triângulo Perceptivo.

Sempre que conversamos com alguém, um amigo por exemplo, existem mais pessoas envolvidas naquele diálogo: Você percebendo o diálogo; seu amigo percebendo o diálogo; e uma possível terceira pessoa que não está envolvida no diálogo. Logo, quando duas pessoas estão interagindo, um total de 6 pessoas se envolvem, 3 de sua parte e 3 da parte do seu amigo.

Para aplicar esta técnica, você deve fazer duas perguntas.  Aplique imediatamente na sua próxima interação e sinta a diferença em sua própria percepção. Quando a pessoa que está conversando com você falar algo que te chamar a atenção, pergunte a si mesmo ou a si mesma:

(a) Se eu estivesse olhando o mundo com os olhos desta pessoa, sentindo o que esta pessoa sente, com a vida que essa pessoa tem, como eu perceberia este assunto?

E (b) Se eu pudesse ver e ouvir esta conversa de fora, como se tivesse voando acima de nós dois, como eu perceberia este assunto?

Ao responder estas duas perguntas sinceramente, você acaba de expandir a sua percepção e trocar de óculos ou de olhos, como quiser.

Técnica II

Vamos à técnica número dois. Esta é uma técnica que a Programação Neurolinguística chama de “Técnica do 101%”.

Esta é a mais poderosa e mais difícil de ser aplicada. Traduzindo ela, significa: focalize 100% de sua atenção em 1% de admiração.

Vamos à pratica: você pensará em uma pessoa que você não gosta. Alguém que você, de repente, odeia e gostaria que sumisse do mundo.

A sua tarefa é focalizar 100% de sua atenção para encontrar 1% de algo positivo ou admirável nesta pessoa.

Já tive um aluno que disse ser impossível achar algo de positivo ou admirável na pessoa que ele não gostava. Dei um exemplo que vou compartilhar com você, caso acredite também que esta é uma tarefa impossível.

O que um ser humano como Hitler, odiado até os dias atuais e que se estivesse vivo muitas pessoas iriam desejar vê-lo morto, tem de admirável ou positivo? – Foi o que perguntei à turma naquela situação.

Posso destacar que Hitler foi um homem muito inteligente. Lógico que 99% do que restou é ausência total de admiração. Mas, certamente, encontrei o 1% que eu focalizaria se fosse necessário.

Em todo ser humano há, pelo menos, um ponto positivo, então é nele que focaremos. Se tiverem mais pontos, melhor ainda!

Mas em casos extremos, medidas extremas devem ser tomadas. Aplique agora a técnica do 101% e veja como ela é poderosa para expandir a sua percepção.

Note que esta técnica e a anterior aumentam a sua capacidade de expansão de relacionamentos. E qual a base para se obter sucesso, se não for relacionamento?

Na semana que vem, darei continuidade à nossa série Comunicação Estratégica do vlog Eu Posso, Sim!

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Por hoje, fico por aqui.

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Até semana que vem!

João Lins.